Quem um dia não brincou de amarelinha, pular corda, chicotinho queimado, quatro cantos...? Brincadeiras um pouco distantes do avanço tecnológico, porém de grande valor cultural e social. Hoje, percebe-se com mais evidência a preferência das crianças pelo videogame, celular, computador entre outras tecnologias. Sabe-se que as tecnologias evoluíram rapidamente e as crianças já nascem inseridas nesse meio. Já ouvi depoimento de professor relatando o interesse das crianças pelas TICs e não mais por essas brincadeiras... Como diz o dito popular: “aquilo que não é visto, não é lembrado”. Ou seja, quando não são vivenciadas no dia-a-dia, tornam-se esquecidas. Como despertar o gosto por elas se não experimentá-las? Cabe aos educadores (família x escola) inseri-las na rotina das crianças e não apenas no período em que se comemora o folclore brasileiro. Assim, passarão a fazer parte de sua vida tanto quanto as tecnologias. Ao relembrar com alguém que vivenciou as brincadeiras na infância, percebe-se o brilho, a emoção, ao recordar e relatar com quem brincava, local, que tipo de brinquedo... é um resgate da sua infância. Essas brincadeiras sempre cultivaram a paz, a harmonia, a amizade, os valores que estão a cada dia ausentes em nossa sociedade.
Bincar é construir uma linda amizade!
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