7 de nov. de 2009

Brincadeiras do Tempo da Vovó

Quem um dia não brincou de amarelinha, pular corda, chicotinho queimado, quatro cantos...? Brincadeiras um pouco distantes do avanço tecnológico, porém de grande valor cultural e social. Hoje, percebe-se com mais evidência a preferência das crianças pelo videogame, celular, computador entre outras tecnologias. Sabe-se que as tecnologias evoluíram rapidamente e as crianças já nascem inseridas nesse meio. Já ouvi depoimento de professor relatando o interesse das crianças pelas TICs e não mais por essas brincadeiras... Como diz o dito popular: “aquilo que não é visto, não é lembrado”. Ou seja, quando não são vivenciadas no dia-a-dia, tornam-se esquecidas. Como despertar o gosto por elas se não experimentá-las? Cabe aos educadores (família x escola) inseri-las na rotina das crianças e não apenas no período em que se comemora o folclore brasileiro. Assim, passarão a fazer parte de sua vida tanto quanto as tecnologias. Ao relembrar com alguém que vivenciou as brincadeiras na infância, percebe-se o brilho, a emoção, ao recordar e relatar com quem brincava, local, que tipo de brinquedo... é um resgate da sua infância. Essas brincadeiras sempre cultivaram a paz, a harmonia, a amizade, os valores que estão a cada dia ausentes em nossa sociedade.







Bincar é construir uma linda amizade!

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